sábado, 15 de setembro de 2018

Evangelho: Lucas 8,4-15 - 22.09.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, 4reuniu-se uma grande multidão, e de todas as cidades iam ter com Jesus. Então ele contou esta parábola: 5“O semeador saiu para semear a sua semente. Enquanto semeava, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada e os pássaros do céu a comeram. 6Outra parte caiu sobre pedras; brotou e secou, porque não havia umidade. 7Outra parte caiu no meio de espinhos; os espinhos cresceram junto e a sufocaram. 8Outra parte caiu em terra boa; brotou e deu fruto, cem por um”. Dizendo isso, Jesus exclamou: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”. 9Os discípulos lhe perguntaram o significado dessa parábola. 10Jesus respondeu: “A vós foi dado conhecer os mistérios do reino de Deus. Mas, aos outros, só por meio de parábolas, para que, olhando, não vejam e, ouvindo, não compreendam. 11A parábola quer dizer o seguinte: a semente é a Palavra de Deus. 12Os que estão à beira do caminho são aqueles que ouviram, mas depois vem o diabo e tira a Palavra do coração deles, para que não acreditem e não se salvem. 13Os que estão sobre a pedra são aqueles que, ouvindo, acolhem a Palavra com alegria. Mas eles não têm raiz: por um momento acreditam, mas, na hora da tentação, voltam atrás. 14Aquilo que caiu entre os espinhos são os que ouvem, mas, com o passar do tempo, são sufocados pelas preocupações, pela riqueza e pelos prazeres da vida e não chegam a amadurecer. 15E o que caiu em terra boa são aqueles que, ouvindo com um coração bom e generoso, conservam a Palavra e dão fruto na perseverança”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Jesus narra e explica a parábola do semeador. A semente é a mesma; os terrenos é que são diferentes; cada um dá fruto segundo suas condições. Dois terços são terrenos defeituosos ou inférteis. O resultado é minguado, insatisfatório. O terreno bom, sim, produz abundantes frutos. Cada um de nós verifique a qualidade do próprio terreno. Em outras palavras: como ouvimos a Palavra e o que fazemos para transformá-la em boas obras? Cabe-nos examinar a consciência e sinceramente descobrir os obstáculos por que a Palavra de Deus não dá fruto em nós. São as preocupações com os bens materiais? Ou, talvez, a indolência e a falta de interesse pelas coisas de Deus e a vida da Igreja? Deus continua a semear generosamente sua Palavra no terreno do mundo e no interior do nosso coração.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/


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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Evangelho: Mateus 9,9-13 - 21.09.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 9Jesus viu um homem, chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. 11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” 12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Mateus era cobrador de impostos. Ao chamado de Jesus, responde prontamente. Admirável é seu desprendimento, pois ele promove em casa uma refeição de despedida, para a qual convida muitos colegas de profissão. Por prestar serviço aos ocupantes romanos, os cobradores de impostos eram malvistos e até mesmo desprezados pelos judeus. Jesus, que veio para oferecer a salvação a todos, não se deixa levar por esses preconceitos. Mateus escreveu o Evangelho que leva seu nome. É o Evangelho do Reino de Deus, do cumprimento em Cristo da Antiga Aliança. É o Evangelho do Sermão da Montanha, das parábolas do Reino e do juízo universal. Escrevendo para judeus-cristãos, insiste no messianismo de Jesus e na realização perfeita das promessas do Antigo Testamento.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Evangelho: Lucas 7,36-50 - 20.09.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, 36um fariseu convidou Jesus para uma refeição em sua casa. Jesus entrou na casa do fariseu e pôs-se à mesa. 37Certa mulher, conhecida na cidade como pecadora, soube que Jesus estava à mesa na casa do fariseu. Ela trouxe um frasco de alabastro com perfume 38e, ficando por detrás, chorava aos pés de Jesus; com as lágrimas começou a banhar-lhe os pés, enxugava-os com os cabelos, cobria-os de beijos e os ungia com o perfume. 39Vendo isso, o fariseu que o havia convidado ficou pensando: “Se este homem fosse um profeta, saberia que tipo de mulher está tocando nele, pois é uma pecadora”. 40Jesus disse então ao fariseu: “Simão, tenho uma coisa para te dizer”. Simão respondeu: “Fala, mestre!” 41“Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentas moedas de prata, o outro cinquenta. 42Como não tivessem com que pagar, o homem perdoou os dois. Qual deles o amará mais?” 43Simão respondeu: “Acho que é aquele ao qual perdoou mais”. Jesus lhe disse: “Tu julgaste corretamente”. 44Então, Jesus virou-se para a mulher e disse a Simão: “Estás vendo esta mulher? Quando entrei em tua casa, tu não me ofereceste água para lavar os pés; ela, porém, banhou meus pés com lágrimas e enxugou-os com os cabelos. 45Tu não me deste o beijo de saudação; ela, porém, desde que entrei, não parou de beijar meus pés. 46Tu não derramaste óleo na minha cabeça; ela, porém, ungiu meus pés com perfume. 47Por essa razão, eu te declaro: os muitos pecados que ela cometeu estão perdoados, porque ela mostrou muito amor. Aquele a quem se perdoa pouco mostra pouco amor”. 48E Jesus disse à mulher: “Teus pecados estão perdoados”. 49Então, os convidados começaram a pensar: “Quem é este que até perdoa pecados?” 50Mas Jesus disse à mulher: “Tua fé te salvou. Vai em paz!” – Palavra da salvação.

Reflexão:

Exclusiva de Lucas, esta passagem abre enorme leque para várias considerações. Jesus aceita comer em companhia de um fariseu, que nem suspeita que algo revolucionário vai acontecer. Entra em cena uma mulher “conhecida na cidade como pecadora”. Um golpe violento para o fariseu que, por se considerar justo diante de Deus, não digeria a presença de pecadores. Jesus serenamente acolhe a mulher e se deixa tocar por ela, que não economiza afagos e lágrimas de amor e gratidão. Jesus sabe da sinceridade do gesto da pecadora, como também “faz leitura” da maldade aninhada no coração do fariseu. Então, põe cada coisa em seu devido lugar: realça a atitude amorosa da mulher e corrige o mau juízo ruminado pelo fariseu. Justifica aquela que fora pecadora e chama à conversão quem se achava impecável.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

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Evangelho: Lucas 7,31-35 - 19.09.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, disse Jesus: 31“Com quem hei de comparar os homens desta geração? Com quem eles se parecem? 32São como crianças que se sentam nas praças, se dirigem aos colegas, dizendo: ‘Tocamos flauta para vós e não dançastes; fizemos lamentações e não chorastes!’ 33Pois veio João Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e vós dissestes: ‘Ele está com um demônio!’ 34Veio o Filho do homem, que come e bebe, e vós dizeis: ‘Ele é um comilão e beberrão, amigo dos publicanos e dos pecadores!’ 35Mas a sabedoria foi justificada por todos os seus filhos”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Crianças birrentas ficam emburradas e ninguém consegue fazê-las entrar na brincadeira. Imagem escolhida por Jesus para classificar seus conterrâneos. Permaneceram indiferentes e inertes, seja diante da pregação de João Batista, seja com relação à obra libertadora de Jesus. Chamaram João Batista de louco, e apelidaram Jesus de “amigo de cobradores de impostos e pecadores”. Nada os fez sair de seu comodismo. O recado de Jesus atingia, sobretudo os líderes religiosos, que não acolheram Jesus e seu Reino de justiça; pior: impediam o povo de seguir os passos do Mestre. As pessoas simples, porém, os cobradores de impostos e os pecadores aceitaram Jesus,  o enviado de Deus. Somente os “filhos” da Sabedoria reconhecem e acolhem o Messias em sua maneira simples de agir.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

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terça-feira, 11 de setembro de 2018

Evangelho: Lucas 7,11-17 - 18.09.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, 11Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. 12Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único; e sua mãe era viúva. Grande multidão da cidade a acompanhava. 13Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse: “Não chores!” 14Aproximou-se, tocou o caixão, e os que o carregavam pararam. Então, Jesus disse: “Jovem, eu te ordeno, levanta-te!” 15O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. 16Todos ficaram com muito medo e glorificavam a Deus, dizendo: “Um grande profeta apareceu entre nós, e Deus veio visitar o seu povo”. 17E a notícia do fato espalhou-se pela Judeia inteira e por toda a redondeza. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Situação dramática. A viúva, já sem marido, perde o filho único. Sem família e sem segurança econômica. A caminho do cemitério, encontra-se com Jesus que, ao ver a comovente cena, “encheu-se de compaixão”.  A viúva, afogada pelos soluços e lágrimas, nada pede  a Jesus. É ele quem toma a iniciativa e, para atenuar sua dor, diz a ela: “Não chore”, e ao morto: “Jovem, eu lhe ordeno, levante-se”. A palavra poderosa de Jesus restitui a vida ao adolescente e lhe restitui também a palavra: “começou a falar”. Maravilhado, o povo exclama: “Um grande profeta apareceu entre nós. Deus visitou o seu povo”. A salvação é dom de Deus. Em Jesus, vencedor da morte, revela-se a presença bondosa e libertadora de Deus no meio do povo.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)


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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Evangelho: Lucas 7,1-10 - 17.09.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, 1quando acabou de falar ao povo que o escutava, Jesus entrou em Cafarnaum. 2Havia lá um oficial romano que tinha um empregado, a quem estimava muito, que estava doente, à beira da morte. 3O oficial ouviu falar de Jesus e enviou alguns anciãos dos judeus para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado. 4Chegando aonde Jesus estava, pediram-lhe com insistência: “O oficial merece que lhe faças esse favor, 5porque ele estima o nosso povo. Ele até nos construiu uma sinagoga”. 6Então, Jesus pôs-se a caminho com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus: “Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa. 7Nem mesmo me achei digno de ir pessoalmente ao teu encontro. Mas ordena com a tua palavra, e o meu empregado ficará curado. 8Eu também estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um: ‘Vai!’, ele vai; e a outro: ‘Vem!’, ele vem; e ao meu empregado: ‘Faze isto!’, e ele o faz”. 9Ouvindo isso, Jesus ficou admirado. Virou-se para a multidão que o seguia e disse: “Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”. 10Os mensageiros voltaram para a casa do oficial e encontraram o empregado em perfeita saúde. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Movido por constante zelo missionário, Jesus quer chegar a todos: ao povo eleito, seus conterrâneos, e aos de fora, os pagãos. A este último grupo pertence o centurião. Serve-se de intermediários, “anciãos dos judeus”, para levar seu pedido a Jesus: que fosse curar seu servo. Com essa atitude, ele reconhece que a fé devia ser comunicada aos pagãos por meio de Abraão e seus descendentes. Jesus se põe a caminho. Não chega à casa do enfermo. Não se encontra com o centurião, que se acha indigno de recebê-lo, porém acredita firmemente que basta uma palavra do Mestre para que seu servo recupere a saúde. A cura se dá, e Jesus salienta a profunda fé do centurião: “Nem mesmo em Israel encontrei fé tão grande”. Acaso nossa fé é suficiente para fazer Deus vir em nossa direção e atender nossos pedidos?

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)


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Evangelho: Marcos 8,27-35 - 16.09.2018



Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 27Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesareia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?” 28Eles responderam: “Alguns dizem que tu és João Batista; outros, que és Elias; outros, ainda, que és um dos profetas”. 29Então ele perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Messias”. 30Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a seu respeito. 31Em seguida, começou a ensiná-los, dizendo que o Filho do homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da lei; devia ser morto e ressuscitar depois de três dias. 32Ele dizia isso abertamente. Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo. 33Jesus voltou-se, olhou para os discípulos e repreendeu a Pedro, dizendo: “Vai para longe de mim, satanás! Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”. 34Então chamou a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 35Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; mas quem perder a sua vida por causa de mim e do evangelho vai salvá-la”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Chegamos ao centro do Evangelho de Marcos, que tem como um dos objetivos principais responder à questão: “Quem é Jesus?”. Depois de conviverem com o Mestre, seus seguidores são desafiados a manifestar sua fé em alguém que é mais que Elias ou João, mais que um simples profeta. Eles devem ir além da mentalidade do povo e manifestar se realmente compreenderam a identidade messiânica de Jesus. A resposta vem de Pedro, que responde em nome da comunidade: “Tu és o Messias”. A seguir, Jesus esclarece que seu messianismo não é nacionalista nem triunfalista; através do anúncio da morte e ressurreição, mostra que é um messias sofredor. Pedro reage, mas o Mestre os convida a seguir o mesmo caminho de renúncia e entrega. O seguimento de Cristo exige entrega total e renúncia a tudo o que é contrário ao seu projeto de vida. Jesus quer seguidores decididos e destemidos e de fé comprometida, pessoas que não fazem o jogo dos poderes deste mundo, que causam e sustentam a dominação e a injustiça, ao invés de propor vida digna para todos.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Fonte https://www.paulus.com.br/


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