Terça-feira, 27 de Outubro de 2026
“Liturgia da Palavra com Evangelho do dia e reflexões espirituais para uso litúrgico, filosoficamente profundas, para fortalecer a fé e a vida diária, usando a Bíblia Sacra juxta Vulgatam Clementinam.”
Acclamatio ad Evangelium
Cf. Matthaeum XI, XXV
R. Alleluia, Alleluia, Alleluia.
V. Confiteor tibi, Pater, Domine caeli et terrae, quia abscondisti haec a sapientibus et prudentibus, et revelasti ea parvulis.
Aclamação ao Evangelho
Cf. Mateus 11,25
R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
V. Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos.
A semente acolhe silenciosamente a força da vida, cresce em seu próprio mistério e, na plenitude de sua realização, torna-se uma árvore grandiosa, manifestando a beleza de sua origem.
Evangelium secundum Lucam XIII, XVIII-XXI
XVIII. Dicebat ergo, Cui simile est regnum Dei, et cui simile aestimabo illud?
Jesus dizia, então, a que se assemelha o Reino de Deus e com que poderia compará-lo?
XIX. Simile est grano sinapis, quod acceptum homo misit in hortum suum, et crevit, et factum est in arborem magnam, et volucres caeli requieverunt in ramis eius.
O Reino de Deus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e lançou em seu jardim. A semente cresceu e tornou-se uma grande árvore, e as aves do céu vieram repousar em seus ramos.
XX. Et iterum dixit, Cui simile aestimabo regnum Dei?
E Jesus tornou a dizer, a que compararei o Reino de Deus?
XXI. Simile est fermento, quod acceptum mulier abscondit in farinae sata tria, donec fermentaretur totum.
É semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou em três medidas de farinha, até que toda a massa ficou fermentada.
Verbum Domini
Reflexão:
O Reino de Deus começa a revelar-se no silêncio do instante presente.
Sua presença acolhida no íntimo transforma o ser desde a origem.
O que parece pequeno contém uma plenitude ainda invisível aos olhos.
A transformação amadurece sem alarde, segundo a profundidade de sua própria natureza.
A interioridade receptiva permite que a presença divina permeie toda a existência.
Nada precisa ser apressado quando cada instante é acolhido com inteireza.
A verdade floresce quando o coração permanece atento à ação do Eterno.
Assim, a vida se torna expressão serena da plenitude que nela habita.
Evangelium secundum Lucam XIII, XVIII–XXI
XVIII. Dicebat ergo: Cui simile est regnum Dei, et cui simile æstimabo illud?
Jesus dizia, então, a que se assemelha o Reino de Deus e com que poderia compará-lo?
XIX. Simile est grano sinapis, quod acceptum homo misit in hortum suum, et crevit, et factum est in arborem magnam: et volucres cæli requieverunt in ramis ejus.
O Reino de Deus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e lançou em seu jardim. Ele cresceu e tornou-se uma grande árvore, e as aves do céu vieram repousar em seus ramos.
XX. Et iterum dixit: Cui simile æstimabo regnum Dei?
E Jesus tornou a dizer, com que poderia comparar o Reino de Deus?
XXI. Simile est fermento, quod acceptum mulier abscondit in farinæ sata tria, donec fermentaretur totum.
O Reino de Deus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e incorporou a três medidas de farinha, até que toda a massa ficou fermentada.
Verbum Domini
Reflexão:
O Reino de Deus manifesta-se na profundidade silenciosa do instante presente.
Sua presença germina no íntimo antes de revelar a plenitude de sua realização.
O que nasce discretamente guarda uma força que ultrapassa sua aparência inicial.
A transformação acontece sem precipitação, conforme a ordem própria da vida.
O coração atento acolhe a presença divina e permite que ela o transforme.
Cada instante vivido com inteireza torna-se lugar de encontro com o Eterno.
A verdadeira plenitude amadurece quando o ser permanece enraizado em sua origem.
Assim, a presença divina permeia a existência e revela a profundidade de cada instante.
Vrsículo mais importante:
Proclamatio Sancti Evangelii secundum Lucam XIII, XVIII–XXI
XIX Simile est grano sinapis, quod acceptum homo misit in hortum suum, et crevit, et factum est in arborem magnam, et volucres caeli requieverunt in ramis eius. (Lucam XIII, XIX)
19 O Reino de Deus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e lançou em seu jardim. A semente cresceu, desenvolveu-se e tornou-se uma grande árvore, e as aves do céu vieram repousar em seus ramos. (Lucas 13, 19)
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