terça-feira, 22 de setembro de 2026

EVANGELHO - Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 9,18-22 - 25.09.2026

 Sexta-feira, 25 de Setembro de 2026

25ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)


“Liturgia da Palavra com Evangelho do dia e reflexões espirituais para uso litúrgico, filosoficamente profundas, para fortalecer a fé e a vida diária, usando a Bíblia Sacra juxta Vulgatam Clementinam.”


Aclamatió ad Evangelium
Mc X, XLV

R. Alleluia, alleluia, alleluia.
V. Nam et Filius hominis non venit ut ministraretur ei, sed ut ministraret, et daret animam suam redemptionem pro multis.

Aclamação ao Evangelho
Mc 10,45

R. Aleluia, aleluia, aleluia.
V. Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e entregar a sua vida em redenção por muitos.


No Cristo, o Filho do Homem acolhe em si a plenitude do ser, atravessa o sofrimento e revela, na entrega, a presença eterna do Pai.



Evangelium secundum Lucam IX, 18-22

I. Et factum est, cum solus esset orans, erant cum illo et discipuli, et interrogavit illos, dicens, Quem me dicunt esse turbae?

  1. Aconteceu que, enquanto Jesus estava sozinho em oração, seus discípulos estavam com Ele. Então lhes perguntou quem as multidões diziam que Ele era.

II. At illi responderunt, et dixerunt, Joannem Baptistam, alii autem Eliam, alii vero antiquorum unum prophetam resurrexisse.

  1. Eles responderam que alguns diziam João Batista, outros Elias, e outros ainda que havia ressurgido um dos antigos profetas.

III. Dixit autem illis, Vos autem quem me esse dicitis? Respondens Simon Petrus, dixit, Christum Dei.

  1. Então lhes perguntou quem eles diziam que Ele era. Simão Pedro respondeu que Ele era o Cristo de Deus.

IV. At ille increpans illos, præcepit ne cui dicerent hoc.

  1. Jesus, porém, advertiu-os severamente e ordenou-lhes que não dissessem isso a ninguém.

V. Dicens, Quia oportet Filium hominis multa pati, et reprobari a senioribus et principibus sacerdotum et scribis, et occidi, et tertia die resurgere.

  1. E acrescentou que era necessário que o Filho do Homem sofresse muitas coisas, fosse rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e pelos escribas, fosse morto e, no terceiro dia, ressuscitasse.

Verbum Domini.

Reflexão:

  O instante da oração revela a profundidade onde a verdade do ser permanece diante do Pai.
  Ali, a presença não depende do ruído exterior, mas se reconhece na interioridade silenciosa.
  Cristo não se reduz às palavras que os homens pronunciam sobre Ele, pois sua origem permanece no mistério do Pai.
  Pedro reconhece essa presença e pronuncia aquilo que contempla, alcançando a verdade para além das aparências.
  O caminho de Cristo passa pelo sofrimento, pela rejeição e pela morte, sem perder a inteireza de sua origem.
  Nada do que atravessa sua existência interrompe a plenitude que nela permanece.
  A contemplação recolhe o espírito ao instante presente, onde o ser se une àquilo que verdadeiramente é.
  Ali, na presença do Eterno, a existência encontra sua origem, sua firmeza e sua plenitude.


Versículo mais imprtante:

Proclamatio Sancti Evangelii secundum Lucam IX, 18-22

XX. Dixit autem illis, Vos autem quem me esse dicitis? Respondens Simon Petrus, dixit, Christum Dei. (Lucas IX, 20)

  1. Então lhes perguntou quem eles diziam que Ele era. Simão Pedro respondeu, reconhecendo nEle o Cristo de Deus, aquele em quem a presença divina se manifesta em sua plenitude. (Lucas 9,20)

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

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