sábado, 24 de outubro de 2026

EVANGELHO - Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 22,34-40 - 25.10.2026

 Domingo, 25 de Outubro de 2026

30º Domingo do Tempo Comum, Ano A
Hoje, omite-se a Memória de Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, religioso


“Liturgia da Palavra com Evangelho do dia e reflexões espirituais para uso litúrgico, filosoficamente profundas, para fortalecer a fé e a vida diária, usando a Bíblia Sacra juxta Vulgatam Clementinam.”


Acclamatio ad Evangelium — Io XIV,XXIII

R. Alleluia, alleluia, alleluia.

V. Si quis diligit me, sermonem meum servabit, et Pater meus diliget eum, et ad eum veniemus, et mansionem apud eum faciemus.

Aclamação ao Evangelho — Jo 14,23

R. Aleluia, aleluia, aleluia.

V. Se alguém me ama, guardará a minha palavra; meu Pai o amará, e nós viremos a ele e nele faremos morada.


Amarás o Senhor teu Deus e ao teu próximo como a ti mesmo; nele, o amor encontra sua origem, presença e plena realização.



Evangelium secundum Matthaeum XXII, XXXIV–XL

  I. Pharisæi autem audientes quod silentium imposuisset sadducæis, convenerunt in unum.

1. Os fariseus, ao ouvirem que Jesus havia silenciado os saduceus, reuniram-se.

  II. Et interrogavit eum unus ex eis legis doctor, tentans eum.

2. Um deles, doutor da Lei, interrogou Jesus, procurando pô-lo à prova.

  III. Magister, quod est mandatum magnum in lege?

3. Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?

  IV. Ait illi Jesus: Diliges Dominum Deum tuum ex toto corde tuo, et in tota anima tua, et in tota mente tua.

4. Jesus lhe respondeu. Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento.

  V. Hoc est maximum, et primum mandatum.

5. Este é o maior e o primeiro mandamento.

  VI. Secundum autem simile est huic: Diliges proximum tuum, sicut teipsum.

6. O segundo é semelhante a este. Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

  VII. In his duobus mandatis universa lex pendet, et prophetæ.

7. Nestes dois mandamentos se fundamentam toda a Lei e os Profetas.

Verbum Domini.

Reflexão:

  O amor ao Eterno reúne o ser em sua profundidade e orienta toda a existência para a presença divina.

  No instante vivido com inteireza, o coração reconhece a origem que o sustenta e encontra a serenidade de permanecer no bem.

  Amar a Deus exige a disposição interior de acolher sua presença sem dividir o coração entre o essencial e o passageiro.

  Amar o próximo nasce dessa mesma interioridade, pois o bem reconhecido diante do Eterno também orienta a maneira de tratar cada pessoa.

  A medida do amor não se encontra na aparência dos gestos, mas na verdade que os habita e lhes confere sentido.

  Cada instante oferece à consciência a possibilidade de ordenar os próprios pensamentos, purificar as intenções e agir com retidão.

  Quando o amor se torna princípio interior, a existência encontra unidade, e as ações passam a expressar uma presença mais profunda.

  Assim, o instante deixa de ser apenas passagem e torna-se lugar de encontro com o Eterno, onde o amor alcança sua plenitude.


Versículo mais importante:

Proclamatio Sancti Evangelii secundum Matthaeum XXII, XXXIV–XL

  XXXVII. Ait illi Jesus: Diliges Dominum Deum tuum ex toto corde tuo, et in tota anima tua, et in tota mente tua. (Matthæus XXII, XXXVII)

  37. Jesus lhe respondeu. Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento. Que todo o teu ser permaneça voltado para Ele, reconhecendo em sua presença a origem e a plenitude da tua existência. (Mateus 22,37)

Leia: LITURGIA DA PALAVRA

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