quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Evangelho: Marcos 3,1-6 - 22.01.2020



Aleluia, aleluia, aleluia.

Jesus pregava a Boa-nova, o Reino anunciando, / e curava toda espécie de doenças entre o povo (Mt 4,23). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 1Jesus entrou de novo na sinagoga. Havia ali um homem com a mão seca. 2Alguns o observavam para ver se haveria de curar em dia de sábado, para poderem acusá-lo. 3Jesus disse ao homem da mão seca: “Levanta-te e fica aqui no meio!” 4E perguntou-lhes: “É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou deixá-la morrer?” Mas eles nada disseram. 5Jesus, então, olhou ao seu redor cheio de ira e tristeza, porque eram duros de coração, e disse ao homem: “Estende a mão”. Ele a estendeu e a mão ficou curada. 6Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes imediatamente tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Na sinagoga, outro conflito entre os fariseus e Jesus. Aferrados à observância do sábado, eles têm visão curta para a realidade e são insensíveis às necessidades das pessoas. No caso, um homem com mão paralisada. Jesus dispara uma pergunta tão adequada, que a assembleia emudece: “É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou matar?”. A resposta é óbvia, mas os fariseus não querem se comprometer. Calam-se, mas no seu interior tramam a eliminação de Jesus, que tem boas razões para ficar indignado: “por causa da dureza do coração deles”. Não beneficiam o ser humano enquanto estão apegados a uma lei caduca, desumana. Não querem deixar livre um pregador que defende a pessoa, libertando-a das opressões ideológicas e sociais.

Oração
Ó Jesus Libertador, num sábado curas um homem com a mão paralisada, e ele exulta por poder voltar ao trabalho. No entanto, fariseus e herodianos, escravos da letra da Lei, não se alegram com essa libertação; ao contrário, tramam tua morte. Livra-nos, Senhor, de pessoas mal intencionadas. Amém.

(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))

Fonte https://www.paulus.com.br/

Evangelho: Marcos 2,23-28 - 21.01.2020



Aleluia, aleluia, aleluia.

Que o Pai do Senhor Jesus Cristo / vos dê do saber o Espírito, / para que conheçais a esperança / reservada para vós como herança! (Ef 1,17s) – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – 23Jesus estava passando por uns campos de trigo em dia de sábado. Seus discípulos começaram a arrancar espigas, enquanto caminhavam. 24Então os fariseus disseram a Jesus: “Olha! Por que eles fazem em dia de sábado o que não é permitido?” 25Jesus lhes disse: “Por acaso, nunca lestes o que Davi e seus companheiros fizeram quando passaram necessidade e tiveram fome? 26Como ele entrou na casa de Deus, no tempo em que Abiatar era sumo sacerdote, comeu os pães oferecidos a Deus e os deu também aos seus companheiros? No entanto, só aos sacerdotes é permitido comer esses pães”. 27E acrescentou: “O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado. 28Portanto, o Filho do homem é senhor também do sábado”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Os discípulos de Jesus estão simplesmente colhendo algumas espigas para matar a fome, em dia de sábado. Isso era permitido (cf. Dt 23,25). Proibido era fazer colheita (passar a foice) na plantação alheia (cf. Dt 23,26). Os fariseus, no entanto, usando de má intenção e tentando confundir o Mestre, acusam os discípulos dele de violação da lei sabática. Rápido no raciocínio, Jesus rebate a crítica dos fariseus mostrando que o grande líder deles, Davi, alimentou a si e seus companheiros com o pão sagrado, que era reservado aos sacerdotes. Isto é, Davi se permitiu agir acima da lei para sanar uma necessidade legítima dele e dos companheiros. Jesus deixa claro que a lei existe para beneficiar o ser humano. E revela também que ele mesmo é maior do que Davi, que eles tanto prezavam.

Oração
Ó Jesus, “Filho do Homem”, os fariseus acusam teus discípulos de fazerem colheita no dia reservado ao descanso e ao culto divino. A realidade é que teus discípulos não estavam trabalhando, apenas matavam a fome. Então, apoiado na Escritura, e “Senhor até do sábado”, rebates teus malévolos adversários. Amém.

(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))

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Evangelho: Marcos 2,18-22 - 20.01.2020



Aleluia, aleluia, aleluia.

A Palavra do Senhor é viva e eficaz: / ela julga os pensamentos e as intenções do coração (Hb 4,12). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 18os discípulos de João Batista e os fariseus estavam jejuando. Então, vieram dizer a Jesus: “Por que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam e os teus discípulos não jejuam?” 19Jesus respondeu: “Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar. 20Mas vai chegar o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; aí então eles vão jejuar. 21Ninguém põe um remendo de pano novo numa roupa velha, porque o remendo novo repuxa o pano velho e o rasgão fica maior ainda. 22Ninguém põe vinho novo em odres velhos,­­ porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Por que uma pessoa se dispõe a fazer jejum? Qual é o benefício que daí se obtém? Os discípulos do Batista e os discípulos dos fariseus faziam jejum provavelmente para agradar a Deus e, assim, aumentar os próprios méritos diante dele. Ao responder sobre o questionamento em torno do jejum, Jesus mostra que mais importante do que renunciar a algo material é estar com ele. Pois ele é o protagonista da história, o noivo da humanidade, a razão da festa. Portanto, é tempo de alegria e de fraternidade. Não é tempo de aborrecimento, de pessimismo. Haverá dias de tristeza, é claro, como os da Paixão. Mas a Páscoa devolve a esperança. Jesus é a presença de Deus em nosso meio. É necessário, porém, que haja mudança de mentalidade para aceitar a novidade de Jesus: “vinho novo em vasilhas novas”.

Oração
Ó Mestre, deparas com a incompreensão dos discípulos de João Batista e dos fariseus. Eles jejuam, e questionam por que teus discípulos não o fazem. Simples: és o “noivo” da nova comunidade; é preciso que todos te acolham e se alegrem. Teus adversários, “roupas velhas”, não percebem essa novidade. Amém.

(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))

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Evangelho: João 1,29-34 - 19.01.2020



Aleluia, aleluia, aleluia.

A Palavra se fez carne, entre nós ela acampou; / todo aquele que a acolheu, de Deus filho se tornou (Jo 1,14.12). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, 29João viu Jesus aproximar-se dele e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. 30Dele é que eu disse: ‘Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim’. 31Também eu não o conhecia, mas, se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel”. 32E João deu testemunho, dizendo: “Eu vi o Espírito descer, como uma pomba, do céu e permanecer sobre ele. 33Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo’. 34Eu vi e dou testemunho: este é o Filho de Deus!” – Palavra da salvação.

Reflexão:

A Igreja abre o Tempo Comum com um texto do Evangelho de João. A intenção, neste domingo, é apresentar Jesus e sua missão. Quem entra em cena para apresentar o Mestre é João Batista. Segundo o seu testemunho, Jesus é o Cordeiro de Deus, sobre o qual repousa o Espírito, e o eleito de Deus para uma missão. João Batista, todo eufórico, apresenta aquele que considera mais importante que ele mesmo. Não se engrandece a si mesmo, mas exalta aquele que está chegando, o Messias, Filho de Deus. A alegria com a qual o profeta o apresenta deve contagiar todos os que se propõem segui-lo. João terá pensado: finalmente chegou o tão esperado Messias, o Redentor da humanidade. Cada comunidade cristã é convidada a apresentar com alegria o Deus que se torna carne, gente como a gente. Mas é esse “Deus encarnado” que nos batiza com o Espírito para sermos pessoas e comunidades alegres, otimistas e esperançosas, superando o medo e a apatia.

Oração
Ó Jesus, Cordeiro de Deus, por inspiração divina João Batista dá testemunho de que és o Filho de Deus e batizas com o Espírito Santo. Dá-nos compreender e valorizar o mistério de tua presença salvadora em nosso meio. Desperta-nos para o significado e as implicações do nosso batismo. Amém.

(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))

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Evangelho: Marcos 2,13-17 - 18.01.2020



Aleluia, aleluia, aleluia.

O Espírito do Senhor repousa sobre mim / e enviou-me a anunciar aos pobres o evangelho (Lc 4,18). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 13Jesus saiu de novo para a beira do mar. Toda a multidão ia ao seu encontro e Jesus os ensinava. 14Enquanto passava, Jesus viu Levi, o filho de Alfeu, sentado na coletoria de impostos e disse-lhe: “Segue-me!” Levi se levantou e o seguiu. 15E aconteceu que, estando à mesa na casa de Levi, muitos cobradores de impostos e pecadores também estavam à mesa com Jesus e seus discípulos. Com efeito, eram muitos os que o seguiam. 16Alguns doutores da lei, que eram fariseus, viram que Jesus estava comendo com pecadores e cobradores de impostos. Então eles perguntaram aos discípulos: “Por que ele come com os cobradores de impostos e pecadores?” 17Tendo ouvido, Jesus respondeu-lhes: “Não são as pessoas sadias que precisam de médico, mas as doentes. Eu não vim para chamar justos, mas sim pecadores”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

O evangelista Marcos insiste em afirmar que Jesus ensinava as multidões ou anunciava-lhes a Palavra. É o que faz agora, à beira-mar. Na sequência, Jesus passa e convida um coletor de impostos para ser seu discípulo. Por sua atitude ousada, Jesus enfrentará as críticas maldosas dos “doutores da Lei, do partido dos fariseus”. Estes classificavam os coletores de impostos como “pecadores”, porque estavam a serviço dos ocupantes romanos, tratavam com os não judeus e, em geral, abusavam da função explorando o povo. Admirável é a atitude de Jesus, que não se deixa levar por preconceitos e desconcerta os adversários: “Eu não vim chamar justos, e sim pecadores”. Edificante também é a atitude de Levi (Mateus), que deixa tudo para seguir a Jesus. A renúncia está em função do seguimento ao Mestre.

Oração
Ó Jesus, divino Mestre, desta vez ensinas as multidões, à beira-mar. Ao passares, convidas um cobrador de impostos para te seguir. És criticado por comeres em companhia de pecadores e cobradores de impostos. Ao responderes, esclareces tua missão, já que não vieste chamar justos, e sim pecadores. Amém.

(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))

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Evangelho: Marcos 2,1-12 - 17.01.2020



Aleluia, aleluia, aleluia.

Um grande profeta surgiu entre nós, / e Deus visitou o seu povo, aleluia (Lc 7,16). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – 1Alguns dias depois, Jesus entrou de novo em Cafarnaum. Logo se espalhou a notícia de que ele estava em casa. 2E reuniram-se ali tantas pessoas, que já não havia lugar nem mesmo diante da porta. E Jesus anunciava-lhes a Palavra. 3Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homens. 4Mas não conseguindo chegar até Jesus, por causa da multidão, abriram então o teto, bem em cima do lugar onde ele se encontrava. Por essa abertura desceram a cama em que o paralítico estava deitado. 5Quando viu a fé daqueles homens, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. 6Ora, alguns mestres da lei, que estavam ali sentados, refletiam em seus corações: 7“Como este homem pode falar assim? Ele está blasfemando: ninguém pode perdoar pecados, a não ser Deus”. 8Jesus percebeu logo o que eles estavam pensando no seu íntimo e disse: “Por que pensais assim em vossos corações? 9O que é mais fácil, dizer ao paralítico: ‘Os teus pecados estão perdoados’ ou dizer: ‘Levanta-te, pega a tua cama e anda’? 10Pois bem, para que saibais que o Filho do homem tem, na terra, poder de perdoar pecados” – disse ele ao paralítico –, 11“eu te ordeno: levanta-te, pega tua cama e vai para tua casa!” 12O paralítico então se levantou e, carregando a sua cama, saiu diante de todos. E ficaram todos admirados e louvavam a Deus, dizendo: “Nunca vimos uma coisa assim”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Numerosas pessoas se concentram ao redor de Jesus, animadas com sua pregação. Algo inédito se passa: quatro homens carregam um paralítico e, pela cobertura, o colocam diante de Jesus. O gesto deles já é um eloquente pedido de cura. Então, Jesus toma a iniciativa e lhe perdoa os pecados. Ora, perdoar pecados é privilégio exclusivo de Deus. Do ponto de vista dos mestres da Lei, Jesus está blasfemando. A pena para quem blasfemava era o apedrejamento. Mas Jesus tem também o dom de saber o que estão matutando em seu interior. Perdoar pecados é uma realidade invisível, teoricamente mais fácil. Entretanto, para manifestar o poder de “perdoar pecados sobre a terra”, Jesus cura o paralítico. Cura o ser humano na sua totalidade.

Oração
Ó Jesus, “Filho do Homem”, enquanto anunciavas a Palavra, trouxeram-te um paralítico, para que o curasses. Antes lhe perdoaste os pecados, pois Deus te deu poder para efetivar tanto a cura física quanto a espiritual. Liberta-nos, Senhor, de todo pecado e de toda espécie de paralisia. Amém.

(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))

Fonte https://www.paulus.com.br/


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Evangelho: Marcos 1,40-45 - 16.01.2020



Aleluia, aleluia, aleluia.

Jesus pregava a Boa-nova, o Reino anunciando, / e curava toda espécie de doenças entre o povo (Mt 4,23). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 40um leproso chegou perto de Jesus e, de joelhos, pediu: “Se queres, tens o poder de curar-me”. 41Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão, tocou nele e disse: “Eu quero: fica curado!” 42No mesmo instante, a lepra desapareceu e ele ficou curado. 43Então Jesus o mandou logo embora, 44falando com firmeza: “Não contes nada disso a ninguém! Vai, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificação, o que Moisés ordenou, como prova para eles!” 45Ele foi e começou a contar e a divulgar muito o fato. Por isso Jesus não podia mais entrar publicamente numa cidade: ficava fora, em lugares desertos. E de toda parte vinham procurá-lo. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Por que Jesus fica “irado” ao acolher o leproso? Jesus está indignado com a sociedade que, além de não curar os leprosos, os mantém afastados do convívio social e do culto religioso. Conforme mentalidade da época, o leproso é considerado impuro e excluído do Reino de Deus. Jesus, ao invés, tem vontade (“Quero”) de restituir-lhe a saúde (“fique purificado”) e reintegrá-lo na convivência social e religiosa. O Reino de Deus não exclui ninguém da salvação. Deus acolhe a todos, não somente os que cumprem certas condições de pureza física ou ritual. Por que Jesus pede ao homem curado para não divulgar o fato? Porque ele acaba de tomar posição pública contra a marginalização e contra a Lei que a prescreve; quer evitar que as autoridades o retirem de circulação, já que sua fama se espalhou por toda parte.

Oração
Ó Jesus, bondoso Mestre, compreendemos o motivo de tua ira diante do leproso. Tua indignação é contra a instituição religiosa que marginaliza as pessoas e despreza as vítimas da lepra. O Deus que revelas para nós é um Deus misericordioso, compassivo e que acolhe a todos. Amém.

(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))

Fonte https://www.paulus.com.br/


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