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segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Evangelho: João 19,25-27 - 15.09.2023



Aleluia, aleluia, aleluia.


Feliz a Virgem Maria, que, sem passar pela morte, / do martírio ganha a palma, ao pé da cruz do Senhor! – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, 25perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”. 27Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. – Palavra da salvação.


Evangelho opcional: Lucas 2,33-35.


COMENTÁRIO

O trecho que você compartilhou é uma passagem do Evangelho de João, capítulo 19, versículos 25-27. Nesta passagem, Jesus está na cruz e próximo a Ele estão Sua mãe, Maria, a irmã de Sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Jesus, ao ver Sua mãe e o discípulo a quem Ele amava (provavelmente João), diz a Sua mãe que o discípulo é seu filho e ao discípulo que Maria é sua mãe. Isso é visto como um gesto de cuidado e carinho de Jesus, garantindo que Sua mãe seja bem cuidada após Sua morte.


O Evangelho opcional que você mencionou, Lucas 2,33-35, é uma passagem que ocorre durante a apresentação de Jesus no Templo, quando Simeão profetiza sobre o futuro de Jesus e de Maria. Ele abençoa a família, mas também prevê que Jesus será uma "pedra de tropeço" para muitos e que uma espada atravessará a alma de Maria, indicando a dor que ela sentirá ao longo da vida de seu filho.


Essas passagens destacam o papel importante de Maria na vida e na missão de Jesus, bem como a sua profunda conexão emocional com Ele.


REFLEXÃO

"Amarás o teu próximo como a ti mesmo." 


Uma reflexão sobre o Evangelho e a mensagem cristã em geral pode incluir os seguintes pontos:


Família e Valores Tradicionais: O trecho destaca a importância da família e dos valores tradicionais, já que Jesus, mesmo no momento de Sua morte, mostra preocupação com o bem-estar de Sua mãe, Maria, e do discípulo amado. Isso enfatiza a sacralidade da família e a responsabilidade de cuidar dos entes queridos, um princípio valorizado por muitos conservadores.


Respeito pela Maternidade: Jesus expressa profundo respeito e amor por Sua mãe, chamando-a de "Mulher". Isso pode ser interpretado como um exemplo de reverência à maternidade e à feminilidade, destacando a importância das mulheres na sociedade e na fé cristã.


Preservação da Tradição: O Evangelho é uma parte fundamental da tradição cristã, e os conservadores geralmente enfatizam a importância de preservar a fé e os ensinamentos transmitidos ao longo dos séculos. A cena da crucificação e a preocupação de Jesus com Sua mãe representam um momento-chave na história da salvação, que deve ser mantido e transmitido a gerações futuras.


Moralidade e Responsabilidade: A mensagem do Evangelho também inclui a ideia de assumir responsabilidades e cuidar uns dos outros. Jesus confia a Sua mãe ao discípulo amado, enfatizando a importância da responsabilidade moral e do cuidado mútuo dentro da comunidade cristã.


Obediência à Vontade de Deus: Jesus, ao cumprir Sua missão divina na cruz, demonstra obediência à vontade de Deus. Os conservadores frequentemente enfatizam a importância da obediência aos mandamentos divinos e à moral cristã como guias para viver uma vida virtuosa.


Em resumo, uma reflexão conservadora sobre o Evangelho pode enfatizar os valores da família, a importância da tradição, a reverência pela maternidade, a responsabilidade moral e a obediência à vontade de Deus, conforme representados no trecho de João 19,25-27 e nas mensagens cristãs em geral.

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quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Evangelho: Lucas 6,6-11 - 11.09.2023




Aleluia, aleluia, aleluia.


Minhas ovelhas escutam minha voz, / eu as conheço e elas me seguem (Jo 10,27). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Aconteceu, num dia de sábado, 6que Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. Aí havia um homem cuja mão direita era seca. 7Os mestres da Lei e os fariseus o observavam, para verem se Jesus iria curá-lo em dia de sábado e assim encontrarem motivo para acusá-lo. 8Jesus, porém, conhecendo seus pensamentos, disse ao homem da mão seca: “Levanta-te e fica aqui no meio”. Ele se levantou e ficou de pé. 9Disse-lhes Jesus: “Eu vos pergunto, o que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar uma vida ou deixar que se perca?” 10Então Jesus olhou para todos os que estavam ao seu redor e disse ao homem: “Estende a tua mão”. O homem assim o fez e sua mão ficou curada. 11Eles ficaram com muita raiva e começaram a discutir entre si sobre o que poderiam fazer contra Jesus. – Palavra da salvação.


COMENTÁRIO


O trecho do Evangelho de Lucas 6,6-11 que você compartilhou narra um episódio em que Jesus entra na sinagoga em um dia de sábado e encontra um homem com uma mão direita seca. Os mestres da Lei e os fariseus estão observando para ver se Jesus irá curá-lo no sábado, a fim de encontrar motivo para acusá-lo.


No entanto, Jesus conhece seus pensamentos e pergunta se é permitido fazer o bem ou o mal no sábado, salvar uma vida ou deixá-la se perder. Ele então pede ao homem que estenda a mão, e quando o homem obedece, sua mão fica curada.


Isso deixa os mestres da Lei e os fariseus com raiva, e eles começam a discutir sobre o que fazer contra Jesus. Esse episódio destaca a compaixão de Jesus e sua disposição em realizar o bem, mesmo no sábado, e como isso muitas vezes entrava em conflito com as interpretações estritas das leis religiosas da época.


REFLEXÃO

"Eu vos pergunto, o que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar uma vida ou deixar que se perca?" (Lucas 6,9)


A passagem do Evangelho de Lucas 6,6-11 pode ser interpretada de várias maneiras, dependendo do contexto e da perspectiva de quem a lê. Vou oferecer uma reflexão conservadora sobre este trecho e como ele pode ser aplicado aos dias de hoje:


Observância das leis e tradições religiosas: Os fariseus e mestres da Lei representam a preocupação com a observância rigorosa das leis e tradições religiosas. Hoje, essa reflexão pode nos lembrar da importância de manter o respeito pelas crenças e práticas religiosas, bem como pela tradição, mesmo em um mundo cada vez mais secularizado.


Conflito entre regras e compaixão: O episódio destaca o conflito entre a rigidez das regras e a compaixão de Jesus. Nos dias de hoje, isso pode nos lembrar que, em nossa busca por obedecer às regras e tradições, não devemos perder de vista a importância da compaixão e do cuidado com o próximo. Às vezes, é necessário fazer exceções para ajudar os outros em situações de necessidade.


Julgamento e hipocrisia: A reação dos fariseus em relação a Jesus nos lembra a tendência humana de julgar e de agir de maneira hipócrita, muitas vezes colocando a legalidade acima da compaixão. Nos dias de hoje, isso nos lembra a importância de evitar o julgamento precipitado e de praticar a compaixão, mesmo quando isso pode ir contra certas normas ou convenções.


Valor da cura e restauração: A cura do homem com a mão seca demonstra o poder de Jesus em trazer cura e restauração. Isso nos lembra que, em nossa vida moderna, todos enfrentamos "mãos secas", ou seja, momentos de desafio e dificuldade. A mensagem conservadora aqui pode ser a importância de buscar a cura espiritual e a restauração, tanto em nível pessoal como na sociedade como um todo.


Em resumo, essa passagem do Evangelho pode inspirar uma reflexão conservadora sobre a importância da observância das tradições religiosas, o equilíbrio entre regras e compaixão, a necessidade de evitar julgamentos precipitados e a busca pela cura e restauração em um mundo cada vez mais complexo e secularizado.

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terça-feira, 5 de setembro de 2023

Evangelho: Mateus 1,1-16.18-23 ou 18-23 - 08.09.2023




[A forma breve está entre colchetes.]


Aleluia, aleluia, aleluia.


Sois feliz, Virgem Maria, e mereceis todo louvor, / pois de vós se levantou o sol brilhante da justiça, / que é Cristo, nosso Deus, pelo qual nós fomos salvos! – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – 1Livro da origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. 2Abraão gerou Isaac; Isaac gerou Jacó; Jacó gerou Judá e seus irmãos. 3Judá gerou Farés e Zara, cuja mãe era Tamar. Farés gerou Esrom; Esrom gerou Aram; 4Aram gerou Aminadab; Aminadab gerou Naasson; Naasson gerou Salmon; 5Salmon gerou Booz, cuja mãe era Raab. Booz gerou Obed, cuja mãe era Rute. Obed gerou Jessé. 6Jessé gerou o rei Davi. Davi gerou Salomão, daquela que tinha sido a mulher de Urias. 7Salomão gerou Roboão; Roboão gerou Abias; Abias gerou Asa; 8Asa gerou Josafá; Josafá gerou Jorão; Jorão gerou Ozias; 9Ozias gerou Jotão; Jotão gerou Acaz; Acaz gerou Ezequias; 10Ezequias gerou Manassés; Manassés gerou Amon; Amon gerou Josias. 11Josias gerou Jeconias e seus irmãos, no tempo do exílio na Babilônia. 12Depois do exílio na Babilônia, Jeconias gerou Salatiel; Salatiel gerou Zorobabel; 13Zorobabel gerou Abiud; Abiud gerou Eliaquim; Eliaquim gerou Azor; 14Azor gerou Sadoc; Sadoc gerou Aquim; Aquim gerou Eliud; 15Eliud gerou Eleazar; Eleazar gerou Matã; Matã gerou Jacó. 16Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. [18A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. 19José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria em segredo. 20Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe em sonho e lhe disse: “José, filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. 21Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. 22Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: 23“Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa: Deus está conosco”.] – Palavra da salvação.

COMENTÁRIO

O trecho que você compartilhou é a leitura do Evangelho de Mateus 1,1-16 e 18-23. Esse trecho narra a genealogia de Jesus Cristo, traçando sua linhagem desde Abraão até José, o esposo de Maria. Também descreve o anúncio do nascimento de Jesus a José pelo anjo do Senhor e a explicação do nome "Emanuel", que significa "Deus está conosco". É uma passagem importante que faz parte da narrativa do nascimento de Jesus e a identificação de Jesus como o Messias prometido.


REFLEXÃO

O trecho do Evangelho de Mateus 1,1-16 e 18-23 é uma leitura que abrange duas partes distintas, mas ambas têm um significado profundo na compreensão da identidade de Jesus Cristo e no cumprimento das promessas divinas. Aqui, vamos refletir sobre essas duas partes separadamente:


Genealogia de Jesus (Mateus 1,1-16):

A primeira parte deste trecho é a genealogia de Jesus, que traça sua linhagem desde Abraão até José, o esposo de Maria. Embora as genealogias possam parecer áridas à primeira vista, elas são carregadas de significado. Esta lista de nomes revela a continuidade da promessa de Deus ao longo da história. Desde Abraão, Deus havia prometido abençoar todas as nações por meio de sua descendência, e essa genealogia estabelece a credibilidade de Jesus como o cumprimento dessa promessa.


Além disso, ao mencionar nomes de personagens notáveis da história de Israel, incluindo reis como Davi e figuras marcantes como Abraão e José, o evangelista Mateus enfatiza a importância e a legitimidade de Jesus como Messias. Ele é o elo que conecta toda a história do povo de Israel ao plano divino de redenção.


Anúncio do Nascimento de Jesus (Mateus 1,18-23):

A segunda parte da leitura narra o anúncio do nascimento de Jesus a José por meio de um sonho. Aqui, encontramos a mensagem central do Natal: "Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados". Este é o cerne da fé cristã, a crença de que Jesus é o Salvador, aquele que veio ao mundo para reconciliar a humanidade com Deus.


Além disso, a citação do profeta Isaías (Isaías 7,14), que diz que a virgem conceberá e dará à luz um filho chamado Emanuel (Deus está conosco), ressalta a natureza divina de Jesus. Ele não é apenas um ser humano excepcional, mas Deus encarnado, que escolheu habitar entre nós para nos redimir.


Em resumo, este trecho do Evangelho de Mateus nos lembra da importância da genealogia de Jesus como o cumprimento das promessas divinas ao longo da história de Israel. Também enfatiza a natureza divina de Jesus e sua missão de redimir a humanidade. É uma passagem que nos convida a refletir sobre a significativa conexão entre o Antigo e o Novo Testamento e a profunda mensagem de esperança e salvação que o nascimento de Jesus traz para o mundo.

Leia também: LITURGIA DA PALAVRA

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segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Evangelho: Lucas 5,1-11 - 07.09.2023




Aleluia, aleluia, aleluia.


Vinde após mim, disse o Senhor, / e eu ensinarei a pescar gente (Mt 4,19). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se ao seu redor para ouvir a Palavra de Deus. 2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois, sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. 4Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. 5Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”. 6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes, que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem. 8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” 9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante, tu serás pescador de homens”. 11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus. – Palavra da salvação.

COMENTÁRIO

Este trecho do Evangelho de Lucas, capítulo 5, versículos 1 a 11, relata um evento no qual Jesus ensina às multidões à beira do lago de Genesaré e realiza um milagre da pesca abundante, chamando seus primeiros discípulos.


Resumidamente, a passagem descreve o seguinte:


Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e uma multidão se reuniu ao seu redor para ouvir a Palavra de Deus.

Jesus viu duas barcas paradas na margem, onde os pescadores estavam lavando as redes.

Ele pediu a Simão (que posteriormente seria chamado de Pedro) para levá-lo um pouco mais para o lago em sua barca, de modo que Ele pudesse ensinar as multidões a partir da água.

Depois de ensinar, Jesus disse a Simão para lançar as redes novamente para a pesca.

Simão estava relutante, pois eles tinham trabalhado a noite inteira sem pescar nada, mas ele obedeceu à palavra de Jesus e lançou as redes novamente.

Para surpresa de todos, eles apanharam uma quantidade tão grande de peixes que as redes quase se romperam.

Simão Pedro, juntamente com seus companheiros Tiago e João, ficaram espantados com o milagre e reconheceram a santidade de Jesus.

Simão Pedro se ajoelhou diante de Jesus e expressou seu sentimento de pecado e inadequação.

Jesus encorajou Simão e disse-lhe para não ter medo, pois de agora em diante ele seria um "pescador de homens".

Os discípulos, impressionados com o poder de Jesus, deixaram tudo e seguiram-no imediatamente.

Essa passagem destaca a autoridade de Jesus como mestre e a capacidade de realizar milagres. Também marca o chamado dos primeiros discípulos, incluindo Simão Pedro, Tiago e João, para se tornarem seguidores de Jesus e pescadores de homens, ou seja, para ajudar a espalhar a mensagem do evangelho e atrair pessoas para o caminho da fé.


REFLEXÃO

A reflexão sobre o Evangelho de Lucas 5,1-11 nos convida a considerar várias dimensões profundas de nossa jornada de fé:


Buscar a Palavra de Deus: Assim como as multidões se reuniram para ouvir a Palavra de Deus à beira do lago, devemos buscar constantemente o ensinamento e a orientação de Deus em nossas vidas. Devemos ansiar por Sua sabedoria.


Obediência na Dúvida: A resposta de Simão Pedro à ordem de Jesus - lançar as redes novamente - é um exemplo de obediência na dúvida. Às vezes, Deus nos pede para fazer coisas que parecem impossíveis, mas a obediência confiante pode resultar em bênçãos surpreendentes.


Reconhecimento de Pecado e Humildade: Quando Pedro se ajoelha diante de Jesus e reconhece sua pecaminosidade, aprendemos sobre humildade. Devemos estar dispostos a reconhecer nossas fraquezas e pedir o perdão de Deus.


A Chamada para Seguir Jesus: Assim como Jesus chamou Pedro e seus companheiros para se tornarem "pescadores de homens", todos nós somos chamados a ser discípulos de Cristo e compartilhar a mensagem do evangelho.


Deixar Tudo para Seguir Jesus: Os discípulos deixaram suas redes e seguiram Jesus imediatamente. Devemos estar dispostos a deixar para trás as coisas que nos prendem e nos impedem de seguir Cristo plenamente.


Em resumo, esse Evangelho nos lembra da importância de ouvir a Palavra de Deus, de obedecer mesmo quando duvidamos, de reconhecer nossa necessidade de redenção e de responder ao chamado de Jesus para segui-Lo e compartilhar Sua mensagem de amor e salvação com o mundo. É uma história de transformação, fé e vocação que continua a inspirar os cristãos em sua jornada de fé.

Leia também: LITURGIA DA PALAVRA

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