quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Evangelho: João 3,22-30 - 09.01.2021




Aleluia, aleluia, aleluia.


O povo sentado nas trevas grande luz enxergou; / aos que viviam na sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz (Mt 4,16). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, 22Jesus foi com seus discípulos para a região da Judeia. Permaneceu aí com eles e batizava. 23Também João estava batizando, em Enon, perto de Salim, onde havia muita água. Aí chegavam as pessoas e eram batizadas. 24João ainda não tinha sido posto no cárcere. 25Alguns discípulos de João estavam discutindo com um judeu a respeito da purificação. 26Foram a João e disseram: “Rabi, aquele que estava contigo além do Jordão, e do qual tu deste testemunho, agora está batizando, e todos vão a ele”. 27João respondeu: “Ninguém pode receber alguma coisa se não lhe for dada do céu. 28Vós mesmos sois testemunhas daquilo que eu disse: ‘Eu não sou o Messias, mas fui enviado na frente dele’. 29É o noivo que recebe a noiva, mas o amigo, que está presente e o escuta, enche-se de alegria ao ouvir a voz do noivo. Esta é a minha alegria, e ela é completa. 30É necessário que ele cresça e eu diminua”. – Palavra da salvação.


Reflexão:


Parece haver certo ciúme por parte de alguns discípulos de João Batista quando veem que Jesus batiza e muitos se aproximam dele. Com toda sua humildade, João procura esclarecer as coisas: Jesus cumpre a missão recebida do Pai; João não é o Messias, apenas seu mensageiro; Jesus é o noivo e é ele que recebe a noiva (a comunidade); a grande alegria de João: ele diminuir e o Cristo crescer. A missão do batizado, de todo cristão, é a mesma do Batista: ser mensageiro de Cristo, e não de si mesmo. A preocupação de todo missionário é se “tornar pequeno” para que “Jesus cresça”. Nosso testemunho cristão não serve para nos engrandecer. Como instrumentos nas mãos de Deus, devemos ser discípulas e discípulos preocupados em colaborar para que a glória de Deus e o projeto de Jesus cresçam.


ORAÇÃO

Ó Jesus Messias, com teus discípulos, batizavas. Então os discípulos do Batista ficaram em dúvida: a quem deveriam seguir? Teu precursor, porém, os esclarece, dizendo: “Eu não sou o Cristo… É preciso que ele cresça e eu diminua”. Senhor, queremos ser teus seguidores por toda parte e sempre. Amém.


(Dia a dia com o Evangelho 2021 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)


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quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Evangelho: Lucas 5,12-16 - 08.01.2021




Aleluia, aleluia, aleluia.


Jesus pregava a Boa-nova, o Reino anunciando, / e curava toda espécie de doenças entre o povo (Mt 4,23). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – 12Aconteceu que Jesus estava numa cidade e havia aí um homem leproso. Vendo Jesus, o homem caiu a seus pés e pediu: “Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar”. 13Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: “Eu quero, fica purificado”. E, imediatamente, a lepra o deixou. 14E Jesus recomendou-lhe: “Não digas nada a ninguém. Vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela purificação o prescrito por Moisés como prova de tua cura”. 15Não obstante, sua fama ia crescendo, e numerosas multidões acorriam para ouvi-lo e serem curadas de suas enfermidades. 16Ele, porém, se retirava para lugares solitários e se entregava à oração. – Palavra da salvação.


Reflexão:


Mais um leproso (hanseniano) aproxima-se de Jesus para lhe pedir a cura. O Mestre, sem medo de se tornar impuro – assim eram vistos os que tinham alguma doença da pele -, estende-lhe a mão e o cura da lepra. Em respeito à Lei, pede para se apresentar ao sacerdote e cumprir a Lei de Moisés como prova da cura. O narrador continua apresentando Jesus como alguém capaz de purificar a pessoa impura e readmiti-la na sociedade civil e religiosa. O gesto de Jesus, além da cura do doente, é uma crítica contra o isolamento de pessoas por causa de alguma doença, contra uma sociedade que discriminava por motivos insignificantes, principalmente os mais pobres e os doentes. Sua ação é uma expressão de misericórdia para quem necessita e uma contestação contra as estruturas que marginalizam as pessoas.


ORAÇÃO

Ó Jesus, recebes um homem cheio de lepra e, atendendo ao pedido dele, o livras da doença. Desse

modo, o reintegras na vida social e lhe dás condições de ir ao templo prestar culto a Deus. Dupla libertação. Livra também o nosso povo, Senhor, de tudo o que o impede de ter vida plena. Amém.


(Dia a dia com o Evangelho 2021 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)


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terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Evangelho: Lucas 4,14-22 - 07.01.2021




Aleluia, aleluia, aleluia.


O Espírito do Senhor repousa sobre mim / e enviou-me a anunciar aos pobres o Evangelho (Lc 4,18). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, 14Jesus voltou para a Galileia com a força do Espírito, e sua fama espalhou-se por toda a redondeza. 15Ele ensinava nas suas sinagogas, e todos o elogiavam. E veio à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado e levantou-se para fazer a leitura. 17Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 18“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos 19e para proclamar um ano da graça do Senhor”. 20Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 21Então começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”. 22Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. – Palavra da salvação.


Reflexão:


Durante esta semana da Epifania, a Igreja nos propõe Evangelhos que procuram revelar a missão de Jesus. No texto de hoje, Jesus, guiado pelo Espírito, se dirige à sinagoga de Nazaré e inicia sua missão profética e libertadora, assumindo uma citação do profeta Isaías. Jesus veio para todos, mas de modo especial para os mais desprezados da sociedade: pobres, presos, cegos e oprimidos. São as categorias frágeis da sociedade. O anúncio messiânico da salvação que Jesus propõe não é apenas uma “salvação da alma”, mas uma salvação de todas as formas de escravidão, exploração e degradação. O Mestre veio para promover a libertação e a recuperação da dignidade de todo ser humano. Sempre que nos empenhamos nesse projeto de Jesus, revelamos o próprio Deus, pois é isso que ele quer para todos os seus fi lhos e fi lhas.


ORAÇÃO

Ó Jesus Messias, com a força do Espírito, voltas a Nazaré e, na sinagoga, a partir do Livro Sagrado, te manifestas como aquele que vem realizar o que fora predito pelo profeta Isaías. És o libertador enviado por Deus para evangelizar e acudir toda classe de oprimidos e marginalizados. Amém.


(Dia a dia com o Evangelho 2021 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)


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segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Evangelho: Marcos 6,45-52 - 06.01.2021




Aleluia, aleluia, aleluia.


Louvai o Senhor Jesus, todos os povos, / aceito pela fé no mundo inteiro! (1Tm 3,16) – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Depois de saciar os cinco mil homens, 45Jesus obrigou os discípulos a entrarem na barca e irem na frente para Betsaida, na outra margem, enquanto ele despedia a multidão. 46Logo depois de se despedir deles, subiu ao monte para rezar. 47Ao anoitecer, a barca estava no meio do mar e Jesus sozinho em terra. 48Ele viu os discípulos cansados de remar, porque o vento era contrário. Então, pelas três da madrugada, Jesus foi até eles, andando sobre as águas, e queria passar na frente deles. 49Quando os discípulos o viram andando sobre o mar, pensaram que era um fantasma e começaram a gritar. 50Com efeito, todos o tinham visto e ficaram assustados. Mas Jesus logo falou: “Coragem, sou eu! Não tenhais medo!” 51Então subiu com eles na barca. E o vento cessou. Mas os discípulos ficaram ainda mais espantados, 52porque não tinham compreendido nada a respeito dos pães. O coração deles estava endurecido. – Palavra da salvação.


Reflexão:


Após saciar a fome da multidão, Jesus convida os discípulos a entrar na barca, enquanto despede a multidão e se retira para rezar. Durante a noite, o vento põe em perigo a barca, e Jesus se aproxima andando sobre o mar, prerrogativa atribuída só a Deus no Antigo Testamento. Ele é visto como fantasma, mas logo se apresenta e os convida a ter coragem e a afastar o medo. O reconhecimento da presença do Ressuscitado caminhando com a gente é sempre motivo de serenidade na vida e incentivo a afastar os medos que nos impedem de seguir seus passos. Ao nosso lado pode haver obstáculos e provocações; podemos ser sacudidos por ventos contrários, mas, fortalecendo nossa fé pela oração, podemos superar as amarras que nos impedem de seguir em frente. O Mestre está sempre ao lado a nos animar: coragem, sou eu, não temam.


ORAÇÃO

Ó Jesus Cristo, tens o senso da organização: despedes a multidão saciada, ordenas a teus discípulos embarcarem para a outra margem, buscas lugar silencioso para a oração. Andando sobre o mar, apavoras teus discípulos, mas logo os acalmas, dizendo: “Coragem! Sou eu. Não tenham medo”. Amém.


(Dia a dia com o Evangelho 2021 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)


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domingo, 3 de janeiro de 2021

Evangelho: Marcos 6,34-44 - 05.01.2021




Aleluia, aleluia, aleluia.


O Espírito do Senhor repousa sobre mim / e enviou-me a anunciar aos pobres o Evangelho (Lc 4,18). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 34Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas. 35Quando estava ficando tarde, os discípulos chegaram perto de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e já é tarde. 36Despede o povo, para que possa ir aos campos e povoados vizinhos comprar alguma coisa para comer”. 37Mas Jesus respondeu: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Os discípulos perguntaram: “Queres que gastemos duzentos denários para comprar pão e dar-lhes de comer?” 38Jesus perguntou: “Quantos pães tendes? Ide ver”. Eles foram e responderam: “Cinco pães e dois peixes”. 39Então Jesus mandou que todos se sentassem na grama verde, formando grupos. 40E todos se sentaram, formando grupos de cem e de cinquenta pessoas. 41Depois Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu, pronunciou a bênção, partiu os pães e ia dando aos discípulos, para que os distribuíssem. Dividiu entre todos também os dois peixes. 42Todos comeram, ficaram satisfeitos 43e recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e também dos peixes. 44O número dos que comeram os pães era de cinco mil homens. – Palavra da salvação.


Reflexão:


Jesus se compadece vendo aquela multidão perdida como rebanho sem pastor. Os discípulos propõem despedi-la, mas o Mestre tem outros planos: alimentá-la antes de mandá-la embora. Entre os ensinamentos do Mestre, com certeza a solidariedade e a partilha que provocou entre os discípulos devem lhes servir de exemplo. Jesus não consegue ficar indiferente diante da fome e do sofrimento do povo. A multiplicação dos pães e dos peixes vem questionar, ainda em nossos dias, a multidão de famintos que vemos principalmente nos grandes centros urbanos. Uma sociedade que não consegue alimentar seus cidadãos é uma sociedade egoísta. A alimentação é necessidade primeira de todo ser humano. Diante de tantos avanços conquistados, a sociedade pouco avançou no fornecimento de condições mínimas de vida para grande parcela da população.


ORAÇÃO

Compassivo Jesus, teu coração ficou partido ao veres imensa multidão “como ovelhas sem pastor”. Tua sensibilidade te impulsionou a promover grande partilha de alimentos. Todos comeram à vontade e ainda sobrou comida. Ensina-nos, ó bom Pastor, a repartir nossos bens materiais e espirituais. Amém.


(Dia a dia com o Evangelho 2021 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)


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sábado, 2 de janeiro de 2021

Evangelho: Mateus 4,12-17.23-25 - 04.01.2021




Aleluia, aleluia, aleluia.


Jesus pregava a Boa-nova, o Reino anunciando, / e curava toda espécie de doenças entre o povo (Mt 4,23). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 12ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galileia. 13Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do mar da Galileia, 14no território de Zabulon e ­­Neftali, para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: 15“Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galileia dos pagãos! 16O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; e para os que viviam na região escura da morte brilhou uma luz”. 17Daí em diante, Jesus começou a pregar, dizendo: “Convertei-vos, porque o Reino dos céus está próximo”. 23Jesus andava por toda a Galileia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo. 24E sua fama espalhou-se por toda a Síria. Levavam-lhe todos os doentes, que sofriam diversas enfermidades e tormentos: endemoninhados, epiléticos e paralíticos. E Jesus os curava. 25Numerosas multidões o seguiam, vindas da Galileia, da Decápole, de Jerusalém, da Judeia e da região além do Jordão. – Palavra da salvação.


Reflexão:


João Batista sai de cena e entra Jesus. O caminho aberto pelo precursor agora será trilhado pelo Mestre de Nazaré. Após passar pelo deserto e vencer os desafios do adversário, inicia sua missão, dirigindo-se para Cafarnaum, no território de Zabulon e Neft ali, cumprindo assim a profecia de Isaías. Ele é a grande luz que brilha para quem vive nas trevas da miséria e do abandono. A primeira proclamação de Jesus no Evangelho de Mateus é o anúncio do Reino, o qual exige também conversão: “Arrependam-se, porque o Reino de Deus está próximo”. E espalhava essa boa notícia por onde andava, e muitos doentes eram curados. A fama de Jesus cresce e muitos o buscam. Todo líder que se interessa pelo povo e propõe políticas públicas em favor dos necessitados será retribuído por todos eles com carinho e amor.


ORAÇÃO

Ó Jesus, incansável missionário, foste morar em Cafarnaum, onde te tornaste viva esperança de libertação aos que “estavam assentados na região sombria da morte”. Começaste a anunciar o Reino de Deus, cujos sinais realizavas, ensinando nas sinagogas e curando toda doença e enfermidade. Amém.


(Dia a dia com o Evangelho 2021 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)


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sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Evangelho: Mateus 2,1-12 - 03.01.2021




Aleluia, aleluia, aleluia.


Vimos sua estrela no Oriente / e viemos adorar o Senhor (Mt 2,2). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – 1Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, 2perguntando: “Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”. 3Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém. 4Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer. 5Eles responderam: “Em Belém, na Judeia, pois assim foi escrito pelo profeta: 6‘E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo'”. 7Então Herodes chamou em segredo os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido. 8Depois os enviou a Belém, dizendo: “Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo”. 9Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. 10Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. 11Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. 12Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho. – Palavra da salvação.


Reflexão:


Palavra de origem grega, epifania significa manifestação. Ora, a Igreja quer acentuar que o Salvador veio para todos os povos, e não somente para os judeus. Por isso, a liturgia nos oferece a história dos magos. Eles vêm do

Oriente a fi m de prestar homenagem ao recém-nascido, Jesus Cristo. Oferecem-lhe três tipos de presentes: incenso, ouro e mirra. Os padres da Igreja nos convencem de que se trata de ofertas simbólicas. Pelo incenso, reconhecem a divindade de Jesus (ele é Deus); pelo ouro, sua realeza (Jesus é rei), e pela mirra, sua humanidade (Jesus é homem). Tudo é conduzido pelas mãos providentes de Deus: uma estrela indica aos magos o lugar onde o menino Jesus se encontra. Após a visita, os magos são orientados, em sonho, a voltar para sua região, passando por outro caminho.


ORAÇÃO

Ó Jesus, Pastor de Israel, recebes a confortável visita dos magos do Oriente, que representam os povos do mundo inteiro. Guiados pela estrela, eles chegam aonde estás e, avisados em sonho, voltam para sua região por outro caminho,evitando o reencontro com o mal-intencionado e cruel Herodes. Amém.


(Dia a dia com o Evangelho 2021 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)


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